Cougar Trap: A Milf Peituda Caçando Garotos do Bairro

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Miniatura de Cougar Trap: A Milf Peituda Caçando Garotos do Bairro

Descrição

Lisa Carter, 42 anos, era a rainha indiscutível da Rua Maplewood. Cabelos loiros ondulados, corpo tonificado por yoga, e um par de peitos G-cup turbinados que faziam todo adolescente virar um gago. O marido viajava 300 dias por ano. A piscina dela estava sempre aberta. E todo verão, as mães do bairro fingiam não notar a procissão de garotos universitários desaparecendo no quintal dela.

Este ano ela mirou mais alto.

Jake, 19 anos, o novo menino tímido da faculdade do outro lado da rua, tinha passado a semana toda cortando grama sem camisa. Lisa observava da janela da cozinha, se masturbando devagar enquanto o suor brilhava nos músculos definidos e o volume grosso do pau marcava o short de basquete. Ela queria ele. Não só uma vez. Queria quebrar ele.

Sexta à noite ela mandou mensagem: “A piscina precisa de limpeza. 200 dólares em dinheiro. Agora.”

Ele chegou de short de banho, toalha no ombro. Lisa o recebeu com um micro-biquíni branco que era basicamente fio dental e esperança. Os mamilos marcavam os triângulos finos, os lábios da buceta visíveis através do tecido transparente. “Chegou cedo,” ela ronronou, entregando uma cerveja com uma dose leve de Viagra pra mantê-lo dolorosamente duro por horas.

Ela o levou pra casa da piscina em vez da piscina.

Lá dentro o ar estava pesado de óleo de coco e perfume dela. Ela o empurrou no sofá de couro, sentou no colo dele, e esfregou a calcinha do biquíni encharcada no pau duro dele. “Você ficou olhando pros meus peitos a semana inteira, Jake. Hora de parar de fingir.”

Antes que ele pudesse falar ela puxou os triângulos pro lado. Os peitos falsos enormes saltaram — pesados, redondos, mamilos furados com barras de ouro minúsculas. Ela agarrou a cabeça dele e o sufocou entre eles, gemendo quando a língua dele brincou com os piercings. “Chupa eles com vontade, menino.”

Jake gemeu, mãos instintivamente agarrando os quadris dela enquanto ela descia, puxava o short dele, e envolvia os dedos bem cuidados ao redor do pau grosso e cheio de veias. “Porra… você é maior que meu marido jamais foi,” ela sussurrou, masturbando devagar enquanto esfregava o clitóris na vara dele.

Ela desceu, bunda empinada, e engoliu ele inteiro num deepthroat molhado e sufocante. Saliva escorria pelo queixo, pingando nos peitos balançantes enquanto ela subia e descia como estrela pornô — profundo, babado, implacável. A garganta dela inchava a cada estocada. As mãos de Jake se enrolaram no cabelo dela, quadris empurrando sem querer. “Isso — fode a garganta da mamãe,” ela gorgolejou ao redor do pau, olhos lacrimejando, rímel escorrendo em rastros perfeitos de maquiagem borrada.

Ela tirou com um estalo molhado, fios de saliva ligando os lábios à cabeça brilhante. “Agora me engravida.”

Lisa subiu de novo, puxou a calcinha do biquíni pro lado, e desceu no pau dele sem camisinha. A buceta casada engoliu ele inteiro, quente e apertada demais. Ela cavalgou como animal — quadris girando, peitos balançando violentamente, unhas cravando nos ombros dele. “Me enche, Jake. Coloca um bebê no coño traidor da vizinha.”

Ele tentou avisar — estava perto. Ela só riu, apertou mais forte, e desceu uma última vez. Jake explodiu dentro dela, cordas grossas de porra quente batendo no colo do útero, transbordando, pingando nas bolas dele. Lisa gritou, esguichou forte no abdômen dele, corpo tremendo em ahegao total — língua de fora, olhos revirados, babando.

Ela não deixou ele sair.

Em vez disso virou de costas, cavalgando invertido, continuou rebolando — a porra dele lubrificando enquanto ela girava os quadris em círculos imundos. “Você ainda não terminou,” ela sibilou. “Mamãe quer até a última gota.”

A porta da casa da piscina rangeu.

Seus dois “garotos da piscina” da faculdade do verão passado entraram, paus já pra fora, sorrindo. Lisa olhou por cima do ombro, lambeu os lábios sujos de porra, e gemeu:

“Meninos… mamãe precisa da segunda rodada.”

A noite virou borrão de carne e sujeira.

Eles se revezaram. Um na boca, um na buceta, um no cu. Dupla, tripla, sem ar. Os buracos dela escancararam, porra vazava de todos os lados, peitos cobertos, rosto pintado, barriga inchada com o volume absurdo. Ela implorava por mais entre gritos, esguichava até o sofá de couro ficar encharcado, e gozou tantas vezes que perdeu a conta.

Às 3 da manhã, os quatro estavam numa pilha suada e cheia de porra. A buceta e o cu de Lisa vazavam rios de sêmen grosso, o corpo marcado com pegadas, chupões e rímel borrado. Ela olhou pra Jake com olhos pesados, passou o dedo na bagunça nos peitos, e lambeu limpo.

“Mesma hora amanhã?” sussurrou.

Jake só conseguiu assentir, já duro de novo.

A Armadilha da Puma tinha mais uma vítima.

E o verão estava só começando.


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