Encontros Escaldantes com o Dragão Azul: Um Fanfic de Haramasete Seiryuu-kun

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Descrição

O coração de Akira batia como um tambor de guerra enquanto ele se ajoelhava diante da imponente figura de Seiryuu, o Deus Dragão Azul. O ar úmido da caverna grudava em sua pele, misturando-se ao suor que escorria por seu peito nu. Ele viera ali em busca de uma bênção para sua vila, mas os olhos dourados penetrantes do deus tinham outros planos. "Você ousa entrar no meu domínio, mortal?" — rugiu a voz de Seiryuu como trovão, sua cauda escamosa se enrolando possessivamente ao redor da cintura de Akira, puxando-o para mais perto.

Antes que Akira pudesse gaguejar uma resposta, a mão com garras de Seiryuu agarrou seu queixo, erguendo sua cabeça. Os lábios do dragão — surpreendentemente macios e quentes — colidiram contra os dele num beijo que tinha gosto de nuvens de tempestade e poder bruto. Akira ofegou, seu corpo incendiando enquanto a língua longa e bifurcada de Seiryuu invadia sua boca, enrolando-se na sua numa dança que o deixou tonto e latejando de desejo. "Você carregará meu herdeiro", rosnou Seiryuu, sua voz vibrando pelo âmago de Akira. "Vou te encher até você ficar inchado com minha semente."

As roupas de Akira foram rasgadas num instante, as garras de Seiryuu precisas e provocadoras, roçando seus mamilos até que endurecessem em pontas suplicantes. A forma colossal do dragão se transformou, revelando em sua figura humanoide um pau que fez os olhos de Akira se arregalarem: grosso, com cristas escamosas que prometiam um atrito exquisito, já pingando um fluido perolado e escorregadio com um cheiro almiscarado inebriante. "De quatro", ordenou Seiryuu, e Akira obedeceu sem hesitar, sua própria ereção latejando dolorosamente contra a barriga enquanto se apresentava.

As mãos de Seiryuu — uma escamosa, a outra quase humana — abriram as nádegas de Akira, expondo-o completamente. Um sopro quente roçou sua entrada, seguido pela língua perversa lambendo, sondando fundo e molhada. Akira gemeu, empurrando para trás sem pudor, seu buraco se contraindo ao redor da invasão. "Tão ansioso", ronronou Seiryuu, a voz carregada de diversão e fome. "Você vai levar cada centímetro de mim, não é? Implora."

"P-por favor", choramingou Akira, a voz falhando enquanto a língua de Seiryuu mergulhava mais fundo, esticando-o com uma precisão pecaminosa. Ondas de prazer o inundaram, seu pau pingando pré-gozo no chão da caverna. Quando Seiryuu finalmente se retirou, Akira se sentiu vazio, necessitado… até que a cabeça romba do pau do dragão se pressionou contra ele, quente e insistente.

Com um impulso lento e deliberado, Seiryuu se enterrou dentro. Akira gritou, as cristas raspando suas paredes internas de um jeito que enviava faíscas de êxtase por sua espinha. Ardia, esticava-o até o limite, mas deus, era tão incrivelmente bom. Os quadris de Seiryuu se moviam com força, socando nele num ritmo que crescia como uma tempestade se formando. Cada estocada acertava aquele ponto doce lá no fundo, fazendo a visão de Akira embaçar com lágrimas de prazer avassalador. "Sinta-me", sibilou Seiryuu, uma mão envolvendo o pau de Akira, masturbando-o no mesmo ritmo de suas estocadas brutais. "Vou te emprenhar, te encher até transbordar."

O corpo de Akira tremia, os músculos se contraindo ao redor do comprimento invasor enquanto as estocadas de Seiryuu ficavam erráticas, mais fortes. As bolas do dragão batiam contra ele, pesadas e cheias, prometendo uma enxurrada. "Goza pra mim", exigiu Seiryuu, girando a mão exatamente como precisava. Akira se despedaçou, o orgasmo rasgando-o como um raio, jatos de porra espirrando no chão enquanto gritava o nome do deus.

Mas Seiryuu não havia terminado. Com um rugido que ecoou pelas paredes, ele socou uma última vez, o pau pulsando enquanto sêmen quente irrompia dentro de Akira. Foi interminável: onda após onda, enchendo-o tão completamente que sua barriga se distendeu levemente, quente e pesada com a essência do dragão. Seiryuu se esfregou contra ele, garantindo que cada gota criasse raízes, sussurrando promessas sujas sobre a vida que crescia dentro. "Meu", murmurou, saindo devagar, observando o sêmen vazar do buraco abusado de Akira em grossos fios cremosos.

Exausto e em êxtase, Akira desabou, o corpo vibrando com as réplicas. Seiryuu o puxou para perto, a cauda envolvendo os dois protetoramente. Mas mesmo na névoa, Akira sentiu: a faísca de algo novo, algo divino, se enraizando profundamente dentro dele.


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