Kanochi x Netorare Kazoku The Animation: A Família Que Virou Escrava de Porra do Vizinho

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Miniatura de Kanochi x Netorare Kazoku The Animation: A Família Que Virou Escrava de Porra do Vizinho

Descrição

A casa suburbana tranquila parecia perfeita por fora — cerca branca, gramado bem cuidado, família amorosa por dentro. Mas quando o novo inquilino Sato se mudou para o lado com sua turma de amigos nojentos, tudo mudou para sempre.

Yumi Takahashi, a dona de casa e mãe dedicada de 36 anos, sempre foi a imagem da elegância: cabelo preto longo e sedoso, sorriso gentil, e um corpo que virava cabeças mesmo em vestidos discretos. Seus peitos J-cup esticavam qualquer blusa, quadris balançavam naturalmente, e coxas grossas sugeriam curvas macias e férteis por baixo. O marido trabalhava muitas horas, a filha de 18 anos Aoi era uma aluna exemplar tímida com curvas brotando, e a família se sentia segura… até Sato chegar.

Tudo começou pequeno. Sato “acidentalmente” viu Yumi trocando de roupa por uma persiana entreaberta. Gravou. No dia seguinte mostrou o vídeo no celular enquanto o marido estava trabalhando. “Apaga isso,” ela implorou, lágrimas nos olhos. Sato só sorriu. “Ajoelha e chupa, ou sua filha e marido vão ver tudo.”

Yumi caiu de joelhos na própria sala, mãos trêmulas abrindo o zíper de Sato. O pau grosso e cheio de veias saltou, já vazando. Ela hesitou — depois abriu a boca. Ele agarrou o cabelo dela e forçou até a garganta, fazendo-a engasgar, rímel escorrendo enquanto saliva babava pelo queixo e nos peitos enormes. “Isso, vadia casada. Adora o pau que te possui agora,” ele rosnou. Ela engasgou, chupou, língua girando desesperadamente até ele explodir, cordas grossas de porra jorrando direto na garganta. Ela engoliu tudo, tossindo, olhos vidrados.

Mas isso foi só o começo.

Naquela noite, enquanto o marido dormia, Sato se infiltrou. Arrastou Yumi pro sofá, rasgou a camisola, e a dobrou sobre o braço do sofá. “Hora de marcar tua buceta casada,” ele sibilou, metendo forte por trás. Seus peitos enormes balançavam loucamente, batendo nos braços enquanto ele fodia cru, os gemidos abafados dela mal escondidos. Ela gozou forte — traidora — esguichando ao redor do pau dele quando ele inundou o útero com porra quente, sussurrando: “Você vai carregar meu filho, Yumi. O sêmen do teu marido não é nada perto do meu.”

No dia seguinte Aoi voltou cedo da aula extra. Entrou e viu a mãe de quatro, Sato socando o cu dela enquanto dois amigos esperavam a vez. O rosto de Yumi estava enterrado na almofada, gemendo como vadia, porra já vazando da buceta. Aoi congelou. Sato sorriu. “Sua vez, menininha.”

Aoi tentou correr. Pegaram ela. O uniforme foi rasgado, peitinhos pequenos mas perfeitos saltando livres. Sato a obrigou a assistir enquanto os amigos faziam DP na mãe — um na buceta, um na boca — enquanto Yumi implorava pra eles “encherem mais”. Depois viraram pra Aoi. Sato tomou a virgindade dela no mesmo sofá que a família usava pra ver TV, esticando a buceta adolescente apertada enquanto ela chorava… depois gemia… depois gritava em êxtase ahegao quando ele bombeou a carga fundo no útero fértil dela.

A partir daquele dia, a casa Takahashi virou puteiro privado de Sato.

Toda tarde, enquanto o marido trabalhava, Yumi e Aoi atendiam os homens do lado. Mãe e filha se ajoelhavam lado a lado, gargantas entupidas, peitos ordenhados, buracos esticados em dupla e tripla penetração. Lambiam as bucetas cheias de porra uma da outra, se beijavam com bocas cheias de sêmen, imploravam pra serem engravidada de novo e de novo. A barriga de Yumi inchava devagar — se do marido ou das creampies infinitas, ninguém sabia. Aoi logo seguiu.

A foto de família na parede ainda sorria para a sala onde mãe e filha agora usavam coleiras permanentes, bundas empinadas, pingando do uso do dia, gemendo “Mais… por favor mais…” enquanto Sato e sua turma riam e filmavam.

A família perfeita acabou. Só restaram escravas encharcadas de porra.


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