Descrição
A porta do quarto de Tsuna se fechou com um clique definitivo que fez seu coração bater forte contra as costelas. Reborn estava ao pé da cama usando apenas o chapéu fedora preto e uma camisa social aberta, o corpinho pequeno parecendo enganosamente letal enquanto encarava seu aluno trêmulo e encharcado. “Você foi um garoto muito mau, Dame-Tsuna,” ronronou com voz baixa e aveludada-perigosa. “Faltando treino pra bater punheta vendo pornô? Tsc. Hora da verdadeira aula particular.” Antes que Tsuna pudesse gaguejar um pedido de desculpas, a mãozinha de Reborn disparou, arrancando a cueca do adolescente com um puxão brutal. O pau de Tsuna saltou livre — já pingando, vermelho escuro e pulsando — enquanto Reborn subia na cama como um predador tomando posse do território. Ele montou nos quadris de Tsuna, pressionando o comprimento quente e duro de seu próprio pau — surpreendentemente grosso — contra a barriga do garoto. “Hoje à noite você vai engolir cada centímetro do seu tutor,” sussurrou Reborn, esfregando devagar e sujo, espalhando pré-gozo pela pele pálida. “E vai implorar por isso como a putinha necessitada que você é.”
Tsuna mal teve tempo de ofegar antes que Reborn o virasse de bruços, joelhos abertos à força, rosto afundado no travesseiro. Um dedo escorregadio — coberto por algo quente e formigante com leve cheiro de pólvora e pecado — circulou seu cuzinho uma, duas vezes, então penetrou sem piedade. Tsuna gemeu alto, costas arqueando enquanto Reborn curvava o dedo direto na próstata na primeira tentativa, esfregando sem dó enquanto um segundo dedo entrava para abrir caminho. “Tão apertado,” rosnou Reborn contra a orelha de Tsuna, a outra mão prendendo os dois pulsos acima da cabeça. “Mas não vai ficar apertado por muito tempo. Vou destruir esse cu virgem até ficar escancarado e pingando minha porra por dias.” Ele retirou os dedos só para substituí-los pela cabeça grossa e molhada do pau, empurrando devagar — dolorosamente devagar — até Tsuna choramingar nos lençóis, quadris se movendo para trás apesar de tudo, caçando a esticada cruel. Quando Reborn meteu até o talo com um estalo forte de quadril, as bolas batendo molhadas na pele, Tsuna gritou, o pau jorrando sem nem ser tocado no colchão só pela sensação de ser preenchido tão completamente.
Reborn não deu nem um segundo para respirar. Ele fodia como treinava — impiedoso, preciso, devastador — cada estocada batendo com força suficiente para deixar marcas, as veias salientes do pau roçando cada ponto sensível por dentro. Uma mãozinha envolveu o pau vazando de Tsuna, masturbando no contraponto enquanto a outra agarrava os cabelos castanho-prateados, puxando a cabeça para trás para que Reborn pudesse morder a nuca como marcando presa. “Goza pro seu tutor,” rosnou Reborn, o ritmo virando selvagem, quadris tremendo enquanto seu próprio orgasmo se aproximava. “Ordenha meu pau como o bom depósito de porra que você nasceu pra ser.” Tsuna se despedaçou com um grito quebrado, pintando os dedos de Reborn de branco enquanto seu cuzinho apertava como torno em volta do pau invasor. Reborn gozou segundos depois com um grunhido gutural, enchendo as entranhas de Tsuna com jatos quentes e grossos até vazar ao redor do pau em filetes cremosos obscenos, pingando pelas coxas trêmulas. Ele ficou enterrado fundo, rebolando preguiçosamente, forçando cada gota a ir mais fundo enquanto Tsuna gemia e se contorcia embaixo dele. “Aula um concluída,” murmurou Reborn, lambendo uma linha pela coluna suada do pescoço de Tsuna. “Amanhã começamos o treino de resistência… dentro de você.”
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