Natsuzuma: Dona de Casa do Verão Virando Vagina de Porra do Bairro Inteiro
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Descrição
Era aquele verão pegajoso e insuportável de 2025, quando o próprio ar parecia te foder. Natsuki, a dona de casa troféu de 32 anos da casa ao lado, estava deixando o bairro inteiro louco há semanas. Toda tarde regava o jardim com um vestidinho branco — fino o suficiente pra mostrar o contorno do sutiã preto de renda e as auréolas grandes e escuras por baixo, curto o suficiente pra mostrar a curva inferior da bunda suculenta e a calcinha fio dental desaparecendo entre as nádegas. Seus peitos J-cup balançavam como se implorassem pra serem ordenhados, mamilos sempre meio duros, como se estivesse permanentemente excitada.
O marido tinha viajado de novo em serviço. De novo. E Natsuki estava no cio. Forte.
Shota, o moleque de 19 anos que largou a faculdade e morava do lado, batia punheta pra ela todo dia desde que se mudou. Hoje ele quebrou. Esperou ela se curvar pra pegar a mangueira, vestido subindo, lábios grossos da buceta marcados na calcinha branca molhada. Ele foi direto, pau já duro dentro do short.
“Natsuki-nee… você tá pingando,” ele disse baixo.
Ela congelou, depois se endireitou devagar, virou pra ele. Bochechas coradas, olhos vidrados, mamilos marcando o vestido como balas. “Shota-kun… é o calor…” sussurrou, mas as coxas se esfregavam. Estava mentindo e os dois sabiam.
Ele chegou mais perto, pegou o pulso dela, puxou pra trás do barracão onde ninguém via. “Mentira. Você tá provocando o bairro inteiro há semanas. Hora de pagar.”
Antes que ela respondesse, ele a prensou na parede de madeira, arrancou as alças do vestido. Os peitos enormes caíram livres, pesados e perfeitos, mamilos escuros e inchados. Ele grudou na mama, chupando forte enquanto a mão mergulhava debaixo do vestido, dedos encontrando a calcinha já de lado, lábios inchados e escorregadios. Dois dedos entraram fácil — ela tava molhada pra caralho.
“Caralhoo… Shota-kun… não pode… eu sou casada…” ela gemeu, mas os quadris empurravam, fodia a mão dele como cadela no cio.
“Buceta casada fode melhor quando trai,” ele rosnou, caindo de joelhos e enfiando a cara na buceta dela. Ele comeu ela como animal faminto, língua fodendo o buraco, chupando o clitóris gordo, dedos curvando dentro até ela esguichar na cara dele, coxas tremendo, gritando o nome dele na própria mão.
Ele levantou, virou ela, dobrou sobre a mesa de jardim. Vestido amassado na cintura, calcinha rasgada pro lado. Ele deu tapa forte na bunda — uma, duas vezes, deixando marcas vermelhas na pele clara. “Pede, Natsuki-nee. Pede pro moleque do vizinho encher tua buceta casada de porra.”
Ela soluçou, empinando a bunda. “Por favor… por favor me fode, Shota-kun… me enche… tô tão vazia…”
Ele meteu com uma estocada brutal, até o talo na buceta casada dela. Ela gritou, costas arqueando, peitos balançando loucamente. Ele fodia como se odiasse ela — fundo, castigando, bolas batendo no clitóris, mão nos cabelos puxando a cabeça pra trás pra rosnar no ouvido: “O pau do teu marido nunca te fez gritar assim, fez?”
“Não… nãooo! O teu é muito maior… mais duro… aaaa! Vou gozar de novo—!”
Ele saiu bem antes dela gozar, virou ela de costas na mesa, pernas bem abertas. Entrou de novo, dessa vez jogando as coxas dela nos ombros, dobrando ela ao meio, socando tão fundo que a cabeça beijava o colo do útero a cada estocada. Os peitos dela batiam como pêndulos, suor e esguicho voando pra todo lado.
“Vou gozar dentro de você, Natsuki-nee… vou te emprenhar, a milf do bairro… quer isso? Quer meu filho no teu útero traidor?”
“Simmmm! Me engravida! Me enche — faz de mim tua puta grávida—!”
Ele rugiu, meteu até o fundo e descarregou. Cordas grossas de porra quente batiam no útero dela, enchendo, transbordando ao redor do pau, pingando pela bunda. Ela gozou junto, esguichou tão forte que molhou o abdômen dele, corpo convulsionando, olhos revirados em ahegao total, língua de fora.
Quando finalmente saiu, um rio grosso de porra escorreu da buceta escancarada dela, formando poça na mesa. Ela ficou ali ofegante, pernas tremendo, mão acariciando a barriga inchada de porra com um sorriso fodido.
“Todo dia… depois que meu marido sair pro trabalho…” ela sussurrou, voz rouca. “Vem aqui e me engravida de novo… promete?”
Shota sorriu, dando um tapa no clitóris, fazendo ela pular. “Todo. Santo. Dia.”
E ele veio. O verão inteiro. O bairro nunca soube por que Natsuki de repente sorria mais, andava meio mancando e sempre parecia… brilhando… e com uma porra fresquinha escorrendo pelas coxas.


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